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Medidas para gerar economia dentro de condomínios
04/11/2009
Conhecer as características dos equipamentos consumidores;
Saber quanto/como consomem;
Elaborar um Plano de Manutenção preventiva e corretiva adequado;
Elaborar um Diagnóstico do edifício determinando medidas para eliminar desperdícios e a introdução de sistemas eficientes;
Economia de água
- Caça-vazamentos:
uma boa arma para economizar na conta de água é a vigilância constante contra o desperdício e os danos causados por vazamentos no sistema hidráulico.
- Substituir bacias sanitárias que funcionam com pequena quantidade de água, 6,8 litros, contra os 12 litros dos modelos mais antigos.
A substituição é mais fácil nas áreas úteis, mas pode ser estimulada nas unidades habitacionais.
- Instalar resistores de vazão no encanamento dos chuveiros é outra medida que pode ser estimulada nas unidades.
- Instalação de arejadores nas torneiras que reduzem o jato de água.
- Instalação de válvulas e torneiras com abertura automática nas áreas úteis.
- Utilização de reservatórios especiais para reaproveitamento da água de chuva, com filtragem para o reuso na limpeza.
-Eliminador de ar:
em muitos lugares, de 5 a 30% da conta de água é relativo ao ar registrado pelo hidrômetro. O eliminador de ar é instalado antes do hidrômetro e promete acabar com este problema. Algumas concessionárias, como a SABESP e a CEDAE, não permitem a instalação do produto.
- Individualização da medição de água
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Vantagens:
- Cada condômino pagará somente o seu consumo.
- O condômino não pagará pelo excesso de consumo do outro.
- Acaba com o ônus coletivo pelos gastos gerados por vazamentos em uma ou mais unidades.
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Instalação:
- Pode ser feita em um prédio já habitado
- Em prédios antigos que possuem sistema de válvulas de descarga instalada na parede, não é possível fazer a instalação do sistema
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Aprovação do Sistema:
em um prédio já habitado, primeiramente o síndico responsável pelo condomínio terá que fazer uma reunião com todos os condôminos, juntamente com um representante técnico da empresa, para apresentar o Sistema. A instalação depende da aprovação da totalidade dos condôminos.
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Como funciona:
nos sistemas mais modernos, todo o registro de consumo é monitorado e captado por uma emissão de sinal registrado por um sistema de telefonia celular. Ou seja, a empresa instala o software que liga o prédio à central da empresa e faz a leitura à distância.
Economia de Gás
Individualização da medição - vantagens:
- Economia em média de 20% nas contas de gás;
- Pagamento das contas conforme o uso de cada apartamento, sem pagar o excesso de consumo do vizinho;
- Mudança na postura em relação ao consumo displicente de gás, como um banho quente com cerca de 1 hora.
Instalação:
- As companhias de gás favorecem ao sistema;
- Prédios novos com cerca de 100 apartamentos, com 1 coluna em média, gastaria R$ 600,00 por apartamento;
- Prédios antigos necessitam de uma análise técnica. Muitas vezes não compensa a instalação, devido ao custo X benefício não favorecer ao condomínio.
Aprovação do Sistema:
- Praticamente a mesma recomendação, o síndico deve solicitar uma análise técnica e ter a aprovação dos condôminos.
Como Funciona:
- Idem ao sistema de Água. Todo o registro de consumo é monitorado e captado por uma emissão de sinal registrado por um sistema de telefonia celular. Ou seja, a empresa instala o software que liga o prédio à central da empresa e faz a leitura à distância.
Energia elétrica – iluminação
- Instalação setorizada ajuda a iluminar somente a área necessária.
O ligar e desligar constante de um sistema de iluminação pode comprometer a vida útil dos equipamentos tornando, muitas vezes, a utilização de sensores de presença desaconselhável.
- Minuteria Individual:
Esse sistema é mais econômico que o coletivo, pois permite ligar a iluminação dos andares separadamente.
A economia mensal é de cerca de 80%.
- Substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes:
As lâmpadas fluorescentes não podem ser ligadas diretamente à instalação elétrica, elas necessitam de um reator com starter ou, somente, de reator de partida rápida ou eletrônico. Nessa alternativa, a economia mensal é de aproximadamente 55%.
- Trocar as lâmpadas comuns por lâmpadas de vapor de sódio e vapor metálico, que são mais adequadas para áreas de lazer e quadras.
- Leds:
Lâmpadas sem filamento que estão chegando ao mercado.
Não possui mesmo efeito das comuns, mas substitui variedades de lâmpada dicróica, e pode consumir 40 vezes menos energia.
- Dimmer:
Permite regular a intensidade da luz.
Assim, as lâmpadas não precisam operar sempre com capacidade de total.
Pode ser bem utilizado no hall de entrada, salão de festas.
Energia elétrica - elevadores
- A utilização de sistemas de controle "inteligentes" traz economia para a utilização dos elevadores, mas a implantação de sistemas inteligentes em condomínios antigos pode sair muito caro e não compensar o benefício.
Coleta de lixo – reciclagem
- A decisão de coletar e reciclar lixo em condomínios deve ser bem estudada se a intenção é gerar receita, pois os materiais não têm valor elevado no mercado, e a atividade requer planejamento e boa administração.
- Passos importantes:
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Definir os tipos de materiais recicláveis que serão coletados: jornais, papéis, papelão, vidro, plástico, alumínio, etc.
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Analise a demanda de mercado existente nas proximidades, pois essa preocupação viabilizará um fluxo constante de saída (venda), evitando o acúmulo excessivo dos materiais coletados por falta de "escoamento".
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Pense a estrutura operacional do sistema, considerando a coleta, a estocagem e a venda.
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Saiba mais: Guia SíndicoNet Coleta Seletiva
Fontes:
Sergio Rodrigues – Diretor Técnico da Blockar do Brasil
Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem) – www.cempre.org.br
Comgás (companhia de distribuição de gás) –www.comgas.com.br
AES Eletropaulo (companhia de fornecimento de energia elétrica) – www.eletropaulo.com.br
MEDIDAS DE SEGURANÇA EM PRÉDIO DE APARTAMENTOS
“Por medida de economia e também por se mostrarem muitas vezes ineficientes e até facilitadores de ações de marginais, os porteiros físicos estão sendo substituídos por sistemas eletrônicos de segurança que podem variar de um simples interfone na portaria, até complexas parafernálias com câmeras de vídeo, circuito interno de TV, portões eletrônicos com timer, cercas elétricas, etc.
A instalação de sistemas eletrônicos representa maior cota de responsabilidade pela segurança dos condomínios para cada um dos moradores e pessoas que ali circulam regularmente, como é o caso de empregados. Cabe à administração divulgar regras e procedimentos e chamar a atenção para atitudes que podem minar ou colocar a segurança em risco, evitando assim aborrecimentos e prejuízos.
Comportamentos triviais, aparentemente inocentes, podem aniquilar todo o esquema de segurança adquirido a alto custo pelos próprios condôminos para proteger a si mesmos, seus familiares e seus bens.
É regra básica manter a portaria ou portão da garagem que dá acesso à rua sempre fechados. Esse procedimento deve ser tomado mesmo, e principalmente, quando um morador permanecer na entrada do prédio, conversando com a visita que está de saída, amigos, vendedores, fornecedores e prestadores de serviço. A porta ou portão deverão permanecer sempre fechados, mesmo que algum morador esteja na portaria.
O acesso ao condomínio deverá ser permitido somente pelo morador que for chamado pelo interfone por pessoa que vai se dirigir à sua unidade habitacional. A portaria nunca deve ser aberta para estranhos, mesmo que ele se identifique e o trate pelo nome. É mais seguro ir até a porta ver do que se trata.
Cuidado especial deve ser tomado com entregadores.
O delivery é um conforto, mas pode se tornar uma armadilha. Assaltantes e ladrões desenvolveram a tática de render motoqueiros, ciclistas, ou entregadores a pé durante o trajeto ou mesmo no endereço da entrega e tomar o seu lugar. Quando solicitar serviço por telefone certifique-se do nome do entregador. Ao atender o interfone faça perguntas para confirmar que é o portador.
Caso um visitante solicite a abertura da portaria para ir ao apartamento de terceiros, o morador acionado deverá se recusar, mesmo se o visitante argumentar que conhece alguém do prédio, cujo interfone está estragado. Saber nomes dos moradores é fácil, eles constam da lista telefônica.
Em situações como essa, mande a pessoa ligar para o telefone do morador procurado.
Tentar entrar em prédios usando esse argumento é um velho golpe utilizado por ladrões e pode ser evitado se cada morador abrir a porta somente para quem vai visitá-lo.
Ficar parado na entrada do edifício, fingindo estar falando com alguém no interfone e aproveitar para entrar quando algum morador abre a portaria é outro truque utilizado por ladrões. Cabe a todo morador impedir que alguém tenha acesso ao edifício quando está saindo ou entrando no condomínio. É seu dever fechar a porta, sem qualquer constrangimento, e pedir ao visitante que toque no apartamento desejado.
Solicite ao entregador de jornais e revistas que toque o interfone toda vez que for fazer a entrega. Caso seja muito cedo, peça a ele que coloque os periódicos em local próprio, destinado às correspondências. Publicações, encomendas e correspondências que chegam pelo correio são cobiçadas por marginais. Eles aproveitam o descuido dos moradores, penetram nos condomínios, apoderam-se delas e as negociam causando prejuízos ao destinatário, principalmente se se tratar de documentos bancários ou fatura de cartões. O número de conta e cartões podem ser usados indevidamente se cair em mãos criminosas. Muitos dos jornais vendidos nos semáforos de trânsito são obtidos mediante a subtração deles na portaria dos edifícios.
Funcionários, crianças e jovens devem ser especialmente orientados para a grande responsabilidade de cuidar da segurança do condomínio. Moradores adultos devem dar o exemplo. A administração deve ser vigilante e implacável com os relapsos.
Não deixar a porta do prédio aberta ou encostada, em hipótese alguma, é condição para manter a segurança e a tranqüilidade da coletividade.
É Um direito e um dever que deve ser respeitado e praticado por todos” (Kênio de Souza Pereira, vice-presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de MG (CMI-MG) e representante em Minas da Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário – Jornal Pampulha, 25/05/2003, pág. 2).







